Pois é, há muito tempo que recebemos mensagens com questões acerca da organização da casa e também a perguntar se não fazemos workshops de organização. Também recebemos algumas mensagens com questões relacionadas com a organização dos espaços das crianças e a pedir dicas e soluções para o roupeiro, brinquedos e espaço de estudo.
Pois unimos o Cinquenta e Dois ao nosso atelier Nósnalinha e criámos o primeiro projeto conjunto, numa simbiose perfeita – os Ateliers de Organização Pais e Filhos!
Pois então cá estão. Desta vez, em Coimbra, no Forum Coimbra – um espaço lindo, muito bem organizado e super fashion!

Mas haverá alguém que não goste de estudar ou trabalhar num espaço bonito e organizado?… Assim um daqueles espaços que, só de olhar, até dá vontade de começar a trabalhar?… Quem não gosta?
E não é verdade, também, que todos nós gostamos de ver os nossos filhos motivados para o estudo, tranquilos e inspirados, num espaço organizado? Oh, se é!… é meio caminho andado para um ano escolar mais calmo e bem sucedido, já que a organização é fundamental para a concentração e uma mesa de estudo organizada ajuda a um desempenho mais produtivo por parte dos nossos pequenos estudantes.
Uma coisa já percebi: jamais os nossos filhos conseguirão ser os “organizados” que ansiamos se não os ajudarmos, se não lhes mostrarmos como o poderão ser, se não lhes dermos as ferramentas de que necessitam para se organizar, se não tentarmos com eles uma e outra e mais outra vez… várias vezes, tantas vezes (até pensarmos que não está a resultar), mas sem desistir porque lá no futuro, um dia, nós entraremos na casa deles e pensaremos com os nossos botões “Olha, não é que funcionou?!”.

Já por aqui foi dito que na génese deste blog esteve uma vontade de querermos habitar e trabalhar num espaço mais tranquilo, organizado e inspirador. Mas, ainda antes de podermos organizar os espaços, duas grandes tarefas teriam que ser feitas: algumas obras de melhoramento e renovação da casa e muito “destralhanço”. Ao fim de 20 meses nós confirmamos a teoria: sem retirarmos de nossas casas tudo aquilo que está a mais, que está guardado e não usamos, tudo o que, de facto, não necessitamos, sem olharmos e analisarmos verdadeiramente para o que temos e fizermos uma triagem, é impossível organizar a casa! Organizar implica destralhar, ponto final.

Olá!
Se havia de andar por aqui a braços com bactérias, a semana passada foi a melhor. Foram cinco dias de luta mas já estou fresca que nem alface (com um ou dois dias). Agora, é que o trabalho vai apertar, a gestão dos horários e aulas vai começar e isto está a aquecer! A Cá está de regresso a casa e também já se prepara para o novo ano letivo (ela e nós com algumas daquelas decisões de recomeço de que vos falei há dias atrás).
Entretanto, ofereceram-nos um livro que achei muito interessante: Motivar os filhos para o estudo. A autoria é de Ana Manta, uma amiga, psicóloga especialista em desenvolvimento infantil e a mentora do blogue “Motivar os filhos para o estudo“.
Há tempos que não abordávamos um tema de organização e acho que este livro é um excelente guia para ajudarmos os nossos filhos neste novo ano escolar, com um capítulo até especificamente dedicado à organização do espaço e do tempo de estudo.

Ai, férias, férias!
A semana passada ouvi uma rubrica na Antena 3 acerca de uns estudos que concluíram que uma semana de férias é o ideal para nos libertarmos do stress e fortalecer o nosso sistema imunitário durante um mês. Mais do que uma semana em nada aumenta a nossa satisfação, dificultando – isso sim – o regresso ao trabalho e a chamada “depressão pós férias”. De facto, por todo o lado ouço queixas acerca do final das férias e do regresso ao trabalho… e, de facto, eu também sei o que isso é. Não que o esteja a sentir este ano, que não fomos nem iremos de férias. Aliás, por acaso até estamos a fazer aquilo que os estudos dizem: tirámos 4 diazitos (já contando com o fim-de-semana) em junho e mais quatro há dias. Talvez consigamos tirar mais uns três ou quatro lá para o final deste mês. E, confirmo, nem custa nada voltar ao trabalho porque nem parece que de lá saí. 🙂