Quadros na parede, bem visíveis aos olhos de todos, para escrever listas de tarefas, fazer o planeamento semanal ou mensal, colocar horários e calendários, são imprescindíveis para uma boa organização de equipa, seja familiar ou profissional. Nós somos adeptos desta forma de “estar em sintonia”. Em casa, temos um grande quadro preto e, no atelier, sempre tivemos um daqueles quadros brancos de escritório. Eficiente, mas pouco engraçado.
Como certamente saberão, há uns meses mudámos o nosso local de trabalho para um novo espaço e também aqui precisámos do dito “quadro branco”. No entanto, a miúda desta casa fazia questão de um quadro mais interessante… mais leve… mais bonito… além disso, a parede disponível para colocá-lo é uma parede de pladur, que aguenta muito pouco peso. Tínhamos que optar por um objeto mais leve e, claro, num material que desse para escrever e apagar (de preferência, a seco).
Achámos, então, a solução ideal: um quadro em acrílico e estamos muito contentes com o resultado (ou, pelo menos, a miúda está :-b )! Podia ser de vidro, mais barato, mas é muito mais pesado.

Na continuação do update aos artigos que me parecem mais significativos desde que começámos este blog, mantenho a temática da Organização, pois – não sei quanto a vocês – eu gosto de começar o ano com a casa organizada (além disso, a temporada de festas por que passámos assim obriga).
Toalhas, panos de cozinha, individuais, todos levaram tal “esfrega” durante as festas que, agora, têm que retomar o seu lugar nas gavetas… lindas, luminosas, limpas, sem tralha, sem excessos e arejadas. Assim fiz em 2016, mantive em 2017, em 2018 e assim continuará por 2019.

Ora aqui vão umas imagens de 2019, sem filtros nem produção.
No que toca à organização, todas as mudanças que fizemos nos últimos anos foram, definitivamente, para melhor e valeu a pena libertarmo-nos de tantos objetos. 2016 foi o ano do grande destralhanço. Lembram-se?  – Parece que foi ontem, Ó MEU DEUS! – Um objeto por dia, às vezes um saco, às vezes até mais. De lá para cá, não há um único artigo, unzinho, que nos tenha feito falta e não nos voltámos a recordar de nenhum dos objetos descartados. Mas, a esse assunto, voltaremos mais tarde porque, hoje, vou mostrar-vos como está a organização dos copos e dos recipientes dos alimentos.

Dezembro é sempre um mês tão agitado. É um mês de muito trabalho nas empresas, nas escolas, nas lojas, nos escritórios,… é um mês cheio de eventos – jantares, festas, lançamentos de livros, inaugurações de exposições, preparação de festas de escola, ensaios de teatro e dança,… e, depois, as mil e uma tarefas para realizar em casa e toda uma época festiva para preparar. Eis que chega a hora dos preparativos para o Natal.
Por aqui, para além de tudo isso, temos as obras do atelier antigo para gerir, imensa documentação para tratar, e o novo atelier ainda por organizar (porque – surpresa! – escorre água na parede do fundo e faz poça no chão, sempre que chove).

Em espaços pequenos faz sentido colocar as secretárias viradas para a parede e, se a parede estiver “bem tratada” com objetos bonitos, imagens inspiradoras, quadros ou calendários, o que for que nos faça sentir bem, é a melhor solução para optimizar o espaço e dissimular cabos. Só que em espaços muito amplos, como é o caso no nosso novo atelier, trabalhar virados para a parede, com tudo a acontecer nas nossas costas, não me pareceu plausível e foi condição desde logo imposta – a secretária teria que ficar virada para o centro da sala. No entanto, esta opção tem o problema de expôr, a quem entra, toda uma parafernália de cabos e cabinhos imprescindíveis numa mesa de trabalho… ele é o do servidor, o do scanner, os dos discos (1, 2 e 3), dos computadores, da impressora, da extensão… fora aqueles que vão aparecendo em cima da mesa: o do telemóvel, o da máquina fotográfica, carregadores de bateria…