Na continuação do update aos artigos que me parecem mais significativos desde que começámos este blog, mantenho a temática da Organização, pois – não sei quanto a vocês – eu gosto de começar o ano com a casa organizada (além disso, a temporada de festas por que passámos assim obriga).
Toalhas, panos de cozinha, individuais, todos levaram tal “esfrega” durante as festas que, agora, têm que retomar o seu lugar nas gavetas… lindas, luminosas, limpas, sem tralha, sem excessos e arejadas. Assim fiz em 2016, mantive em 2017, em 2018 e assim continuará por 2019.

Ora aqui vão umas imagens de 2019, sem filtros nem produção.
No que toca à organização, todas as mudanças que fizemos nos últimos anos foram, definitivamente, para melhor e valeu a pena libertarmo-nos de tantos objetos. 2016 foi o ano do grande destralhanço. Lembram-se?  – Parece que foi ontem, Ó MEU DEUS! – Um objeto por dia, às vezes um saco, às vezes até mais. De lá para cá, não há um único artigo, unzinho, que nos tenha feito falta e não nos voltámos a recordar de nenhum dos objetos descartados. Mas, a esse assunto, voltaremos mais tarde porque, hoje, vou mostrar-vos como está a organização dos copos e dos recipientes dos alimentos.

Dezembro é sempre um mês tão agitado. É um mês de muito trabalho nas empresas, nas escolas, nas lojas, nos escritórios,… é um mês cheio de eventos – jantares, festas, lançamentos de livros, inaugurações de exposições, preparação de festas de escola, ensaios de teatro e dança,… e, depois, as mil e uma tarefas para realizar em casa e toda uma época festiva para preparar. Eis que chega a hora dos preparativos para o Natal.
Por aqui, para além de tudo isso, temos as obras do atelier antigo para gerir, imensa documentação para tratar, e o novo atelier ainda por organizar (porque – surpresa! – escorre água na parede do fundo e faz poça no chão, sempre que chove).

Em espaços pequenos faz sentido colocar as secretárias viradas para a parede e, se a parede estiver “bem tratada” com objetos bonitos, imagens inspiradoras, quadros ou calendários, o que for que nos faça sentir bem, é a melhor solução para optimizar o espaço e dissimular cabos. Só que em espaços muito amplos, como é o caso no nosso novo atelier, trabalhar virados para a parede, com tudo a acontecer nas nossas costas, não me pareceu plausível e foi condição desde logo imposta – a secretária teria que ficar virada para o centro da sala. No entanto, esta opção tem o problema de expôr, a quem entra, toda uma parafernália de cabos e cabinhos imprescindíveis numa mesa de trabalho… ele é o do servidor, o do scanner, os dos discos (1, 2 e 3), dos computadores, da impressora, da extensão… fora aqueles que vão aparecendo em cima da mesa: o do telemóvel, o da máquina fotográfica, carregadores de bateria…