Este primeiro trimestre do ano, marcado por ser o período pós-festas e pós decoração natalícia, marcado pela preguiça (mas, também, muito trabalho), pelo frio e pela vontade de sofá, manta e chá quentinho, fez com que alguns cantos da nossa casa ficassem mais negligenciados. Não, não deixámos de os limpar. Também era o que faltava, que a preguiça tem limites! Falo de decoração e organização, falo daquela atenção especial que eu gosto de dar à nossa casa. Pois… cantos votados ao abandono: é o caso das varandas e do pátio, da consola na nossa sala, da prateleira sobre a lareira, do carrinho de chá e de tantos outros armários, prateleiras e jarras aos quais retirámos a decoração de Natal e que assim ficaram… Com pouca graça. Os dias maiores, quentinhos e solarengos já se fazem sentir, a preguiça está a ir embora e chegou a hora de deitar mão à casa novamente.

Hoje, em arrumações no computador, é que percebi a quantidade de candeeiros e abajures que nós já fizemos. Já criámos, já produzimos e já reciclámos uma boa dose deles! Para ser franca, não sei qual gosto mais. Gosto de todos e de cada um no espaço que lhe foi destinado. Faço hoje, aqui, um apanhado só dos abajures e digam-me vocês qual faz mais o vosso género, qual gostam mais.

Sabem, quando estamos perante o computador com o ficheiro em que estávamos a trabalhar aberto, sem nada a acontecer ou com uma bolinha a rodar sem parar ou o rato trancado… e nós não queremos admitir que bloqueou? Sabem, quando ficamos a olhar para o ficheiro durante uma eternidade, no fundo sabendo que já não tem hipótese nenhuma, mas continuamos a aguardar na esperança de que o computador “esteja apenas a pensar” e que ainda se poderá restabelecer? Por vezes até vamos dar uma volta, fazer um café (porque achamos que ser resiliente é bom)… mas voltamos ao lugar e confirmamos que “nãããã… nada feito.” Isso é um sinal de que algo não está bem – o computador não está bom, o programa foi mal instalado, tem bugs ou fomos nós que fizemos asneira. Isso é sinal de que vamos ter que tomar medidas.