Sabem, quando estamos perante o computador com o ficheiro em que estávamos a trabalhar aberto, sem nada a acontecer ou com uma bolinha a rodar sem parar ou o rato trancado… e nós não queremos admitir que bloqueou? Sabem, quando ficamos a olhar para o ficheiro durante uma eternidade, no fundo sabendo que já não tem hipótese nenhuma, mas continuamos a aguardar na esperança de que o computador “esteja apenas a pensar” e que ainda se poderá restabelecer? Por vezes até vamos dar uma volta, fazer um café (porque achamos que ser resiliente é bom)… mas voltamos ao lugar e confirmamos que “nãããã… nada feito.” Isso é um sinal de que algo não está bem – o computador não está bom, o programa foi mal instalado, tem bugs ou fomos nós que fizemos asneira. Isso é sinal de que vamos ter que tomar medidas.

Quadros na parede, bem visíveis aos olhos de todos, para escrever listas de tarefas, fazer o planeamento semanal ou mensal, colocar horários e calendários, são imprescindíveis para uma boa organização de equipa, seja familiar ou profissional. Nós somos adeptos desta forma de “estar em sintonia”. Em casa, temos um grande quadro preto e, no atelier, sempre tivemos um daqueles quadros brancos de escritório. Eficiente, mas pouco engraçado.
Como certamente saberão, há uns meses mudámos o nosso local de trabalho para um novo espaço e também aqui precisámos do dito “quadro branco”. No entanto, a miúda desta casa fazia questão de um quadro mais interessante… mais leve… mais bonito… além disso, a parede disponível para colocá-lo é uma parede de pladur, que aguenta muito pouco peso. Tínhamos que optar por um objeto mais leve e, claro, num material que desse para escrever e apagar (de preferência, a seco).
Achámos, então, a solução ideal: um quadro em acrílico e estamos muito contentes com o resultado (ou, pelo menos, a miúda está :-b )! Podia ser de vidro, mais barato, mas é muito mais pesado.

Nunca temos tempo para nada… os dias são curtos, passados no trabalho, pouco estamos em casa, pouco estamos com a família e ainda menos connosco mesmos.
Há dias apeteceu-me um bom banho de imersão, calmo, relaxante, hidratante. Não é frequente desejar banhos de imersão. Também não é frequente ter muito tempo para isso. Não ligo muito a sais de banho, a máscaras faciais, a sabonetes especiais ou a óleos…
… mas, no outro dia, apetecia-me isso tudo.

Quantas tomadas têm em vossa casa que não funcionam, estão partidas, são velhas ou feiosas?
E já viram quantas tomadas lindas existem nas lojas? Douradas, pretas, prateadas, a imitar madeira, brilhantes, mate,…
E já repararam como uma parede fica logo com outro aspeto quando leva uma tomada nova?
Pois, aqui a Carlota resolveu aprender a colocar ou trocar uma tomada. Ah, pois é!
Cá em casa há duas ou três que me “andam a fazer espécie”: uma partida, a outra a querer desencaixar da parede e, ainda, uma outra que eu acho que deveria ser preta e não branca. Assim sendo, acompanhei o maridão na colocação de uma tomada nova e registei tudinho para partilhar aqui e ficar com as instruções sempre disponíveis. Espero que estas instruções vos venham a ser tão úteis quanto a mim, e vos dêem a coragem que necessitam para se atirarem a esta tarefa que, pelos vistos, é mesmo muito simples!

Na continuação do update aos artigos que me parecem mais significativos desde que começámos este blog, mantenho a temática da Organização, pois – não sei quanto a vocês – eu gosto de começar o ano com a casa organizada (além disso, a temporada de festas por que passámos assim obriga).
Toalhas, panos de cozinha, individuais, todos levaram tal “esfrega” durante as festas que, agora, têm que retomar o seu lugar nas gavetas… lindas, luminosas, limpas, sem tralha, sem excessos e arejadas. Assim fiz em 2016, mantive em 2017, em 2018 e assim continuará por 2019.