Por aqui usamos cola branca em doses industriais. Usamos em madeira (imprescindível!), em papel e até mesmo em tecidos. Toda a família a pode usar, pois é a mais segura e inofensiva das colas, excelente para materiais porosos, solúvel em água (o que pode ser vantagem ou desvantagem), fica transparente depois de seca e tem um custo baixo.
Não, não estamos a ser patrocinados por nenhuma marca de cola branca. Nem sequer pelo produto de que vos vou falar a seguir.

Muitos nos têm dito que gostam das nossas fotografias no blog, e sugerem que devemos ter uma máquina fotográfica excelente. Sim, temos uma boa máquina mas, sobretudo, o que fazemos é dispender bastante tempo a criar a imagem que queremos.
Para fazer justiça às nossas obras, não basta tirar-lhes uma fotografia com uma boa máquina e pronto. É preciso criar uma estética, produzir o ambiente, escolher o melhor ângulo, estudar a luz, aguardar a melhor hora do dia,… tirar uma centena de fotografias para escolher a melhor,… enfim, ocupar bastante tempo nessa tarefa.

Este primeiro trimestre do ano, marcado por ser o período pós-festas e pós decoração natalícia, marcado pela preguiça (mas, também, muito trabalho), pelo frio e pela vontade de sofá, manta e chá quentinho, fez com que alguns cantos da nossa casa ficassem mais negligenciados. Não, não deixámos de os limpar. Também era o que faltava, que a preguiça tem limites! Falo de decoração e organização, falo daquela atenção especial que eu gosto de dar à nossa casa. Pois… cantos votados ao abandono: é o caso das varandas e do pátio, da consola na nossa sala, da prateleira sobre a lareira, do carrinho de chá e de tantos outros armários, prateleiras e jarras aos quais retirámos a decoração de Natal e que assim ficaram… Com pouca graça. Os dias maiores, quentinhos e solarengos já se fazem sentir, a preguiça está a ir embora e chegou a hora de deitar mão à casa novamente.

Hoje, em arrumações no computador, é que percebi a quantidade de candeeiros e abajures que nós já fizemos. Já criámos, já produzimos e já reciclámos uma boa dose deles! Para ser franca, não sei qual gosto mais. Gosto de todos e de cada um no espaço que lhe foi destinado. Faço hoje, aqui, um apanhado só dos abajures e digam-me vocês qual faz mais o vosso género, qual gostam mais.